﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Esutes</title>
	<atom:link href="http://www.esutes.com.br/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.esutes.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Feb 2010 17:04:21 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>DEUS NÃO QUER VOCÊ NO CULTO!</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/deus-nao-quer-voce-no-culto</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/deus-nao-quer-voce-no-culto#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 17:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Culto]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Entrega]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esutes.com.br/blog/?p=168</guid>
		<description><![CDATA[
O CULTO QUE AGRADA A DEUS
A palavra “culto” soa bem comum no meio evangeliquês. Temos cultos de oração, de doutrina, de “louvor e adoração”. Mas o que realmente Deus fala sobre culto em sua palavra? será um ajuntamento de pessoas? Será uma reunião da igreja como denominamos hoje? Será que este “culto” que prestamos é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="culto" src="http://www.imbitubagospel.com.br/capa/wp-content/uploads/igreja-300x240.jpg" alt="" width="484" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;">O CULTO QUE AGRADA A DEUS</p>
<p>A palavra “culto” soa bem comum no meio evangeliquês. Temos cultos de oração, de doutrina, de “louvor e adoração”. Mas o que realmente Deus fala sobre culto em sua palavra? será um ajuntamento de pessoas? Será uma reunião da igreja como denominamos hoje? Será que este “culto” que prestamos é o que Deus realmente quer?</p>
<p>No Antigo testamento a palavra culto está estritamente ligada á adoração, que implícita à antiga aliança significava ritos e práticas delineados pela Lei, como o sacrifício de animais por exemplo. O culto era algo digamos mais “exteriorizado”.</p>
<p>Já no Novo testamento não temos referências diretas ao culto tal qual conhecemos. Em nenhum momento o novo testamento chama de culto a reunião dos santos, em nenhuma passagem culto está atrelado ao ajuntamento de pessoas.Então o que é o culto? qual verdadeiro culto? que culto Deus requer de nós?</p>
<p>O apóstolo Paulo dá a resposta em Romanos 12.1,“rogo-vos pois irmãos pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável que é o vosso culto racional.” Paulo, inspirado pelo Espírito santo, diz claramente e categoricamente que o culto racional (Gr. logikos), ou seja culto verdadeiro e aceitável é: o nosso corpo por sacríficio vivo, santo e agradável.</p>
<p>Este versículo deixa bastante claro que o culto não é um momento, nem é uma reunião de “crentes”. O culto no Novo testamento ganha um significado amplo e profundo, não são mais ritos, ajuntamento solenes, sacrifícios de animais, pois o culto aceitável e autêntico passa a ser eu, o culto passa a ser você, o culto são nossas vidas!</p>
<p>Deus não aceita mais os sacrifícios de animais, pois Jesus o fez e uma vez por todas, mas Deus anseia por nossas vidas por sacrifício. E sacrifício esse não mais morto, mas vivo e não no altar feito por mãos humanas, mas no altar do Deus vivo! Sacrifício esse não contaminado pelo pecado, mas Santo, totalmente separado e dedicado ao verdadeiro Senhor! Sacrifício esse agradável, uma vida que da qual Deus possa dizer: “Este é meu filho amado em quem tenho prazer!”</p>
<p>As reuniões da igreja biblicamente não são cultos, mas momentos de comunhão( Infelizmente comunhão essa cada vez menor), edificação (crescimento mútuo) e louvor (expressão de gratidão de vidas remidas).</p>
<p>Que não venhamos á assistir ou a prestar um culto mas que nós venhamos a ser o próprio culto à Deus, através de uma vida por sacrífiio, que implica em renúncia, perda mas “toda aquele que perder sua vida por minha causa acha-lá-a” Mt.17.25. “Deus não quer você no culto, ele quer que você seja o próprio culto!”</p>
<p>Fonte: www.artigosgospel.com</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/deus-nao-quer-voce-no-culto/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Discipulado e a Cruz</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/o-discipulado-e-a-cruz</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/o-discipulado-e-a-cruz#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esutes.com.br/blog/?p=164</guid>
		<description><![CDATA[
“Então começou ele a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem sofresse muitas coisas, fosse rejeitado pelos anciãos..”. (Mc 8.31-38).
O chamado ao discipulado está, aqui, no contexto do anúncio da Paixão de Jesus. Jesus está para sofrer e ser rejeitado. É esse o imperati­vo da promessa de Deus, para que se cumpram as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="O discipulado e a Cruz" src="http://storage.msn.com/x1pAdjo0uCo2H1-ZMbml9Cb_1QgRaFskl_f6Qg_fBF8PttBg8ddHOua9C9dDjwIjsyIqiEbfEIvtZ41rsOQUU3kZQOBzmKzzLrvqlYrw97LRG7icguwXqjCHjo1HaFr2ArD8ye7UjQzNR6RL5mFi5vqJ-FwMCrdZ0uQ" alt="" width="740" height="329" /></p>
<p align="center"><em>“Então começou ele a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem sofresse muitas coisas, fosse rejeitado pelos anciãos..”. (Mc 8.31-38).</em></p>
<p>O chamado ao discipulado está, aqui, no contexto do anúncio da Paixão de Jesus. Jesus está para sofrer e ser rejeitado. É esse o imperati­vo da promessa de Deus, para que se cumpram as Escrituras. Paixão e rejeição não são a mesma coisa. Jesus podia ser o Cristo festejado ainda na Paixão. Em sua Paixão poderiam concentrar-se toda a piedade e ad­miração do mundo. A Paixão como acontecimento trágico poderia ainda ter valor próprio, honra e dignidade própria. Jesus, porém, é o Cristo rejeitado na Paixão. A rejeição tira da Paixão toda a dignidade e honra. Ela deve ser sofrimento sem honra. Paixão e rejeição, eis em resumo a definição da cruz de Jesus. Ser crucificado é sinônimo de sofrer e morrer rejeitado e repudiado por força da necessidade divina. Qualquer tentati­va de impedir o que é necessário é satânica, mesmo que esta tentativa provenha do círculo dos discípulos (o que é uma agravante), pois assim não se quer permitir que Cristo seja Cristo.</p>
<p>Logo de início, a Igreja se escandalizou com o Cristo sofredor. Ela não quer semelhante Senhor e, como Igreja de Cristo, não quer permitir que ele lhe imponha a lei do sofrimento. O protesto de Pedro exprime sua relutância em se dispor a sofrer. Deste modo é que Satanás entrou na Igreja, pretendendo arrancá-la à cruz de seu Senhor. Jesus, portanto, viu-se na contingência de esclarecer de modo in­sofismável que o imperativo do sofrimento era extensivo aos discípulos. Assim como o Cristo somente é Cristo quando sofredor e rejeitado, tam­bém o discípulo somente é discípulo quando sofredor e rejeitado, cruci­ficado com Cristo. O discipulado como união com a pessoa de Jesus Cristo coloca o discípulo sob a lei de Cristo, ou seja, sob a cruz. Porém, ao comunicar esta verdade inalienável a seus discípulos, Jesus começa por lhes dar plena liberdade, o que é digno de nota.</p>
<p><em>&#8220;Se </em>alguém quiser vir após mim&#8230;&#8221;, diz Jesus. Não é algo óbvio, nem mes­mo entre os discípulos. Ninguém pode ser forçado a isso, nem mesmo se pode esperar que alguém o faça; antes: &#8220;se alguém quiser&#8221; segui-lo, a despeito de quaisquer outras ofertas que lhe sejam feitas. Uma vez mais, tudo depende da decisão individual; em pleno discipulado, toda a carrei­ra é, uma vez mais, interrompida, tudo fica em aberto, nada se espera, nada se impõe. Tão incisivo é o que agora se vai dizer que, uma vez mais, antes de se anunciar a lei do discipulado, os próprios discípulos têm que sentir-se em liberdade. &#8220;Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue.&#8221; Assim como Pedro disse com relação a Cristo: &#8220;Não conheço esse homem&#8221;, deverá o discípulo dizer em relação a si mesmo. A autonegação jamais pode con­sistir de uma série, por longa que seja, de atos avulsos de auto-martirização ou de exercícios ascéticos; autonegação não é suicídio, porque ain­da aí a vontade do ser humano pode impor-se. A autonegação consiste em conhecer apenas a Cristo, e não mais a si próprio; em ver somente aquele que segue em frente sem olharmos o caminho que julgamos tão difícil. A autonegação diz apenas isso: ele vai na frente; apega-te a ele.</p>
<p>&#8220;&#8230; tome a sua cruz&#8221;. Jesus, em sua graça, preparou os discípulos para o impacto destas palavras através do ensino da autonegação. Só após termos esquecido real e totalmente a nós próprios, somente após não nos conhecermos mais a nós mesmos, é que poderemos estar pron­tos para levar a cruz por amor a ele. Se conhecermos tão-somente a ele, não conheceremos mais as dores de nossa cruz, pois só a Jesus é que veremos. Se ele não nos tivesse bondosamente preparado para ouvirmos estas palavras, não as poderíamos suportar. Todavia, assim ele nos deu condições de aceitar também esta dura palavra como gra­ça. Tal palavra nos encontra na alegria do discipulado e nele nos con­firma. A cruz não é desventura nem pesado destino; é o sofrimento que resulta da união exclusiva com Cristo.</p>
<p>A cruz não é sofrimento casual, mas sofrimento necessário. A cruz não é sofrimento relacionado com a existência natural, mas com o fato de pertencermos a Cristo. A cruz não é, essencialmente, apenas sofrimento, mas sim sofrimento e rejeição-rejeição no sentido rigoroso, rejeição por amor de Jesus Cristo, e não em conseqüência de qualquer outra atitude ou confissão. Um cristianismo que não vinha mais tomando o discipulado a sério, que transformara o Evangelho no consolo da graça barata e para o qual a existência natural e a existência cristã estavam inseparavelmente misturadas, tal cristianis­mo tinha que considerar a cruz uma desventura diária, uma tribulação e angústia de nossa vida natural. Esqueceu-se que cruz significa sempre também rejeição, que o opróbrio do sofrimento é inerente à cruz. Ser rejeitado no sofrimento, desprezado e abandonado pelos seres humanos, como se lamenta tanto o Salmista, eis a característica essencial do sofri­mento da cruz que já não é compreensível a uma cristandade incapaz de distinguir entre existência civil e existência cristã. A cruz é a compaixão com Cristo, sofrer com Cristo. Somente a união com Cristo, tal como esta se verifica no discipulado, está, de fato, sob a cruz.</p>
<p>&#8220;&#8230; tome a sua cruz.&#8221; Ela já está preparada desde o início; falta apenas levá-la. Porém, para que ninguém pense que tem que sair à pro­cura de uma cruz qualquer, seja onde for, ou que deve procurar volunta­riamente o sofrimento, Jesus diz que existe uma cruz já preparada <em>para </em><em>cada um </em>de nós, uma cruz a nós destinada e atribuída por Deus. Cada qual tem que suportar a medida de sofrimento e rejeição que lhe é reser­vada. Essa medida varia de pessoa para pessoa, pois a um Deus honra com maior sofrimento, dando-lhe, inclusive, a graça do martírio; a ou­tro, porém, não permite que seja tentado além de suas forças. No entan­to, a cruz é uma só.</p>
<p>A cruz é imposta a cada crente. O primeiro sofrimento com Cristo, ao qual ninguém escapa, é o chamado que nos chama para fora das vinculações com o mundo. E a morte do velho ser humano no encontro com Jesus Cristo. Quem entra no discipulado entrega-se à morte de Jesus, expõe sua vida à morte. Isso é assim desde o princípio; a cruz não é o cruz da qual me tornei participante. Assim o chamado de Jesus para levarmos nossa cruz coloca cada discípulo na comunhão do perdão dos pecados. O perdão dos pecados é o sofrimento de Cristo ordenado ao discípulo, imposto a todos os cristãos.</p>
<p>Como, porém, saberá o discípulo qual é sua cruz? Ele a receberá ao entrar no discipulado do Senhor sofredor; na comunhão de Jesus, reconhecerá sua cruz.</p>
<p>O sofrimento é, pois, a característica dos seguidores de Cristo. O discípulo não está acima de seu mestre. O discipulado é <em>passio passiva, </em>é sofrimento obrigatório. Por isso, Lutero incluiu o sofrimento no rol dos sinais da verdadeira Igreja. Um anteprojeto da <em>Confessio Augustana </em>definiu a Igreja como comunidade dos que são &#8220;perseguidos e martirizados por causa do Evangelho&#8221;. Quem não quiser tomar sobre si a cruz, quem não quiser expor sua vida ao sofrimento e à rejeição por parte dos seres humanos, perde a comunhão com Cristo e não é seu discípulo. Quem, porém, perder sua vida no discipulado, no carregar da cruz, tor­nará a encontrá-la no próprio discipulado, na comunhão da cruz com Cristo. O oposto do discipulado é envergonhar-se de Cristo, envergo­nhar-se da cruz, escandalizar-se por causa da cruz.</p>
<p>O discipulado é união com o Cristo sofredor. Por isso, nada há de estranho no sofrimento do cristão; antes, é graça, é alegria. Os relatos sobre os primeiros mártires da Igreja testemunham que Cristo transfigu­ra para os seus o momento extremo do suplício com a certeza indescrití­vel de sua proximidade e comunhão. Assim, nos tormentos mais atrozes sofridos por amor a Cristo, os mártires experimentaram a máxima ale­gria e bem-aventurança da comunhão com seu Senhor. Suportar a cruz se lhes revelou como a única maneira de triunfar sobre o sofrimento. Isto, porém, aplica-se a todos quantos seguem a Cristo, porque foi igual­mente válido para ele.</p>
<p>Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizen­do: Meu Pai, se possível, passe de mim esse cálice! Todavia, não como eu quero, e, sim, como tu queres&#8230; Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim esse cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. (Mt 26.39 e 42).</p>
<p>Jesus pede ao Pai que faça passar aquele cálice; e o Pai ouviu a prece do Filho. O cálice do sofrimento passaria &#8211; porém, <em>unicamente ao </em><em>ser bebido. </em>Jesus sabe isso perfeitamente ao se ajoelhar pela segunda vez no Getsêmani; sabe que o sofrimento passará ao ser suportado. So­mente suportando-o é que ele o vencerá e derrotará. A cruz é sua vitória.</p>
<p>Sofrimento é afastamento de Deus. Por isso é que quem se encon­tra na comunhão de Deus não pode sofrer. Jesus confirmou esta lição do Antigo Testamento. Justamente por essa razão é que ele toma sobre si o sofrimento de todo o mundo, vencendo-o assim. Ele sofre toda a separa­ção de Deus. O cálice passa se for esvaziado. Jesus quer vencer o sofri­mento do mundo; por isso, tem que prová-lo até ao extremo. O sofri­mento continua a ser afastamento de Deus; porém, na comunhão do so­frimento de Jesus Cristo, o sofrimento é vencido pelo sofrimento, e jus­tamente no sofrimento se experimenta a comunhão com Deus.</p>
<p>O sofrimento precisa ser suportado para que passe. Ou o mundo tem que suportá-lo e sucumbir sob seu peso, ou ele recai sobre Cristo e é vencido por ele. Dessa maneira é que Cristo sofre em lugar do mundo. Exclusivamente o sofrimento de Cristo é sofrimento expiatório. Mas também a Igreja sabe agora que o sofrimento do mundo está à procura de alguém que o tome sobre si. No discipulado de Cristo, tal sofrimento recai sobre a Igreja, e esta o suporta sabendo-se, por sua vez, suportada por Cristo. Ao seguir a Cristo, sob a cruz, a Igreja de Jesus Cristo repre­senta o mundo perante Deus.</p>
<p>Deus é um Deus carregador. O Filho de Deus tomou sobre si nossa carne e, por isso, suportou a cruz, suportou todos os nossos pecados e, por seu carregar, trouxe a reconciliação. Da mesma forma, o discípulo está chamado a levar fardos. Ser cristão consiste em levar fardos. Como Cristo manteve a comunhão do Pai levando fardos, assim também carre­gar fardos é, para o discípulo, comunhão com Cristo. O ser humano pode livrar-se do fardo que lhe é imposto. Mas, assim procedendo, ele não se liberta propriamente do fardo; antes, passa a levar um fardo ainda mais pesado, mais insuportável. Leva, por livre escolha, o jugo de si mesmo. Jesus convidou a todos os oprimidos por toda sorte de sofri­mentos e fardos para os lançarem fora e tomarem sobre si seu jugo, que é suave, e seu fardo, que é leve. Seu jugo e fardo são a cruz. Colocar-se sob essa cruz não significa miséria e desespero, mas é refrigério e des­canso para as almas, é a suprema alegria. Aí, então, não andamos mais sob o peso de leis e fardos de feitura própria, mas sob o jugo daquele que nos conhece e caminha a nosso lado sob o mesmo jugo, onde temos a certeza e a proximidade de sua comunhão, É a Cristo que o seguidor encontra ao tomar sobre si sua cruz.</p>
<p>certeza e a proximidade de sua comunhão, É a Cristo que o seguidor encontra ao tomar sobre si sua cruz.</p>
<p align="center"><em>“Isso deve ir não de acordo com teu entendimento, mas acima dele; mer­</em><em>gulha na insensatez e dar-te-ei meu entendimento; não saber para onde vais é saber exatamente para onde vais. Meu entendimento torna-te in­</em><em>sensato. Assim saiu Abraão de sua pátria sem saber para onde ir. Con­</em><em>fiou em minha sabedoria e desistiu de sua própria, e encontrou o cami­</em><em>nho certo e o destino certo. Eis o caminho da cruz: tu não o podes achar; </em><em>eu tenho que guiar-te como a um cego; por isso nem tu, nenhum ser humano, nenhuma criatura, mas eu, eu em pessoa te ensinarei, através de meu Espírito e Palavra, o caminho que deves trilhar. Não a obra que tu escolhes, não o sofrimento que tu imaginas, mas sim o caminho que te é preparado contra tua escolha, contra teu pensamento e desejo &#8211; a esse segue, a esse te chamo, nele sê discípulo; é tempo oportuno, teu Mestre chegou”. (Lutero).</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/o-discipulado-e-a-cruz/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ele é Digno de Admiração</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/154</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/154#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Admirar]]></category>
		<category><![CDATA[Adoração]]></category>
		<category><![CDATA[Louvor]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esutes.com.br/blog/?p=154</guid>
		<description><![CDATA[

ADMIRE-O COM O TEMPO
Ouvi certa vez, em um programa de tevê, que para visitarmos o museu do Louvre, de Paris, observando adequadamente cada obra e sua história, levaríamos sete anos para concluir essa visita. Não sei se tal dado é verdadeiro, na verdade com o tempo passado não me lembro nem mesmo se eram sete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { color: #0000ff } 		A:visited { so-language: zxx } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;" align="CENTER"><img src="http://www.ismaeljunior.blogger.com.br/sentado_janela.jpg" alt="admirar" width="400" height="300" /></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="CENTER"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Book Antiqua,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>ADMIRE-O COM O TEMPO</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Ouvi certa vez, em um programa de tevê, que para visitarmos o museu do Louvre, de Paris, observando adequadamente cada obra e sua história, levaríamos sete anos para concluir essa visita. Não sei se tal dado é verdadeiro, na </span></span></span><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.gospelmais.com.br/artigos/728/admireo-com-tempo.html"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="text-decoration: none;">verdade</span></span></span></span></a></span><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> com o tempo passado não me lembro nem mesmo se eram sete anos realmente ou se isso foi algo que ficou na minha mente por alguma confusão. O que sei com certeza é que para admirarmos adequadamente cada ponto de </span></span></span><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.gospelmais.com.br/artigos/728/admireo-com-tempo.html"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="text-decoration: none;">arte</span></span></span></span></a></span><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> daquele enorme e belo museu, precisaríamos de um tempo um tanto elevado. Somente se olhássemos a obra</span></span></span><em><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> Monalisa</span></span></span></em><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> de DaVinci, já levaríamos dias, senão meses, porque a profundidade e diversidade de formas com que aquele quadro fala conosco é impressionante. Tudo o que é belo e profundo deve ser observado com atenção e admirado de maneira adequada, senão a experiência da admiração se perde e podemos perder o real sentido daquilo que desfrutamos. De que adianta comer um belo prato de qualquer comida se não o saborearmos adequadamente, observando cada textura do delicioso alimento que consumimos?</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="CENTER"><strong><span style="color: #339966;">“<span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em>&#8230; chefes de famílias levitas, permaneciam nas salas do templo e estavam isentos de outros deveres, pois dia e noite se dedicavam à sua própria tarefa.” I Cr 9.33</em></span></span></span></strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="CENTER">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Por muito tempo meditei nesse texto, desde outras leituras do mesmo livro, durante anos passados e sempre me inconformei com a forma como os levitas cantores – lembrando que levita não é sinônimo de cantor ou ministro de louvor, mas sim os homens da tribo de Levi, que serviam a Deus como profissão – não faziam mais nada além de sua própria tarefa. Mas hoje, ao ler a Palavra, pensei em um outro sentido para o “ócio” levita. Da mesma forma como precisamos de tempo para, metaforicamente, digerir um quadro ou obra de arte, da mesma forma como precisamos de tempo para contemplar a beleza de uma paisagem e entendê-la em significado e dimensão, assim precisamos de tempo para contemplar a Deus para louvá-Lo. O serviço levítico tinha uma fase de contemplação. Era necessário, além do tempo de preparo para a ministração e o próprio tempo de ministração, de tempo para admirar a beleza de Deus, para contemplá-Lo, admirá-Lo e assim louvá-Lo da maneira correta. Não podemos falar de Deus com precisão se não pararmos para admirá-Lo com tempo.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Nós contemplamos, a cada dia de nossas </span></span></span><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.gospelmais.com.br/artigos/728/admireo-com-tempo.html"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="text-decoration: none;">vidas</span></span></span></span></a></span><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">, algo que é maior que o Louvre em beleza, mais profundo que a</span></span></span><em><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> Monalisa </span></span></span></em><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">em significação e nem pode ser comparado à qualquer obra de arte existente no mundo. Nós contemplamos a Deus. E vendo Deus tal como o podemos enxergar, em sua grandiosidade, majestade e santidade, precisamos de tempo para admirá-Lo e para escolhermos palavras para elogiá-Lo e engrandecê-Lo. Por isso hoje gostaria de deixar uma mensagem, que já tocou em meu coração: Admire ao Senhor com tempo. Admire-o em toda a imensidão de significado e valor que Ele tem e assim seu louvor será mais verdadeiro, de acordo com o que Ele verdadeiramente é. Como os levitas, louve a Deus adequadamente, admire-o como um filho ao seu pai, reserve um tempo para admirá-lo e conhecê-lo e assim você terá palavras mais adequadas para contar sobre Ele.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"><span style="color: #339966;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Que Deus o abençoe!</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/154/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A GRANDE BATALHA</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/a-grande-batalha</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/a-grande-batalha#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[Força]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esutes.com.br/blog/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[

O NOSSO MAIOR INIMIGO
“Em min&#8230; não habita bem algum&#8230; o querer está em min, mas não consigo realizar o bem. … O mal que não quero esse faço”. Rm 7.18-19


Alguem pediu certa ocasião, que o evangelista Moody declarasse qual o maior obstáculo que ele encontrava na sua experiência cristã, não só no desempenho das suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="A GRANDE BATALHA" src="http://1.bp.blogspot.com/_tfeDIR41mZ0/SKrdzU3zojI/AAAAAAAAAVM/5mVFnk4KTCs/s400/batalha_espiritual.jpg" alt="" width="400" height="310" /></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">O NOSSO MAIOR INIMIGO</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">“Em min&#8230; não habita bem algum&#8230; o querer está em min, mas não consigo realizar o bem. … O mal que não quero esse faço”. Rm 7.18-19</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">Alguem pediu certa ocasião, que o evangelista Moody declarasse qual o maior obstáculo que ele encontrava na sua experiência cristã, não só no desempenho das suas atividades evangelísticas, como também nas suas lutas contra o pecado. A resposta foi clara e inequívoca: “As maiores dificuldades que tenho encontrado partem de um senhor que se chama Dwight Moody”. Era ele mesmo. Quão significativa é esta confissão! Os maiores obstáculos que o ser humano enfrenta para viver uma experiência cristão vitoriosa encontram-se no seu próprio ser.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify">O texto descreve uma batalha entre dois grandes princípios antagônicos: uma luta que todos nós conhecemos, entre o “eu” nobre, puro e generoso, e o “eu” vil, mesquinho e corrupto. O apóstolo escreveu: “Porque eu sei que em min, não habita bem algum; e com efeito o querer está em min, mas não consigo realizar o bem&#8230; Mas o mal que eu não quero esse faço”.</p>
<p align="justify">O autor dessa surpreendente confissão gozou privilégios excepcionais: “Foi arrebatado ao terceiro Céu&#8230; e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar”. (II Co 12.2-4)<strong> </strong><span style="font-weight: normal;">Foi constituido por Deus como apóstolo e, apesar de todos estes privilégios, afligia-se na luta contra a carne.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal;">Desencandeava-se no recesso de seu “eu” uma luta feroz. A sua natureza pecaminosa prendia-o à Terra, impedindo-o de o alcançar um nível mais elevado na sua caminhada cristã. Os seus olhos estavam postos na “coroa da justiça”, mas os seus pés tinha-os atados ao mundo. No coração brilhava a esperança da redenção, mas no seu íntimo trabalhavam instintos perversos, minando a sua vida Espiritual.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal;">A nossa experiência assemelha-se à descrição do apóstolo Paulo. Não fomos arrebatados, mas acariciados no coração o desejo de alcançar a perfeição. A luta para atingi-la estava nos mesmos obstáculos que angustiavam o apóstolo. “Miserável homem que sou”, registrou perplexo, na carta aos Romanos. Porém, com alegria, podemos repetir: “Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo”. I Co 15.57</span></p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal;">Os moralistas apregoam que “querer é poder”, e que basta desviarmos a mente do mal para dominá-lo. Estes falsos doutrinadores minimizam a magnitude do poder do mal. O apóstolo Paulo não comete o erro de se estribar na sua própria força e declarou: “Posso todas as coisas nAquele que me fortalece”. Fl 4,13</span></p>
<p align="justify">“<span style="font-weight: normal;">A luta contra o próprio eu é a maior batalha que já foi ferida. A renúncia de nosso “eu, sujeitando tudo à vontade de Deus, requer luta; mas a alma tem de submeter-se a Deus antes que possa ser renovada em santidade”.</span></p>
<p style="text-align: right;">Adaptado</p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/a-grande-batalha/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O HOMEM SOLITÁRIO</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/143</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/143#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 13:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esutes.com.br/blog/?p=143</guid>
		<description><![CDATA[
A PEÇA CENTRAL DO NATAL
 
“É que hoje vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor”. Lc 2.11
De todos os natais da minha infância, o que mais ficou gravado em minha vida foi lá na cidade de Lajes, Santa Catarina, provavelmente nos primeiros anos da década de 1940. O natal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Natal" src="http://encontrei.files.wordpress.com/2008/12/natal.jpg" alt="" width="1061" height="663" /></p>
<p align="center"><strong>A PEÇA CENTRAL DO NATAL</strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><em>“É que hoje vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor”. Lc 2.11</em></p>
<p>De todos os natais da minha infância, o que mais ficou gravado em minha vida foi lá na cidade de Lajes, Santa Catarina, provavelmente nos primeiros anos da década de 1940. O natal no Brasil é completamente diferente dos países nórdicos, onde as crianças oram para que a neve caia e haja uma atmosfera totalmente diferente. No entanto, não importa o local, para os seguidores de Cristo, o Natal tem sempre o mesmo significado. Recordo-me da árvore de Natal, dos presentes, das nozes, que meu pai comprava&#8230; Os presépios, os programas de Natal, mas principalmente os presentes deixam recordações inesquecíveis no coração tenro e impressionável das crianças. Um jornalista americano conta a experiência de uma noite de Natal, quando seu tio leu uma poesia intitulada “Uma Vida Solitária”: “Aqui esta um homem que nasceu de pais judeus, filho de uma mulher camponesa&#8230; Ele nunca escreveu um livro, nunca teve um escritório, nunca possuiu uma casa, nunca teve uma família, nunca estudou na faculdade, nunca pisou numa grande cidade. Ele nunca viajou mais do que 300 quilômetros do lugar onde nasceu. Não tinha credenciais, mas a Si mesmo. Já quando jovem a maré da opinião popular se voltou contra Ele. Seus amigos fugiram. Um deles O negou. Ele foi crucificado numa cruz entre dois ladrões. “Seus executores lançaram sortes sobre Sua única propriedade aqui na Terra: Seu casaco! Ao morrer foi levado para uma sepultura emprestada, por causa da piedade de um amigo. Dezenove longos séculos vieram e se foram, e Ele é peça central da raça humana e o líder da coluna do progresso, e eu estaria bem dentro da meta ao dizer que de todos os exércitos que marcharam e de todas as forças navais construídas, nenhuma delas afetou a vida do homem na Terra tão poderosamente como aquela <strong>ÚNICA VIDA SOLITÁRIA.”</strong> Sim, Jesus continua sendo o motivo principal da celebração de Natal. Ele é aquela figura solitária, mas central do cristianismo. Talvez nós como cristãos podemos dizer que o Natal é originado de uma festa pagã, sim e realmente é, mas podemos tirar de tudo isso algo bom, que a humanidade sendo ela crente em Cristo ou não reflita neste dia sobre paz, amor, perdão. Pensamos num mundo melhor em que todos vivam em harmonia uns com os outros, um mundo eu que não haja dor e sofrimento, esse mundo pode existir sim, mas somente através Dele o aniversariante deste dia, Jesus Cristo o homem solitário, aquele que deixou a sua Glória, e si humilhando diante de todos para que todos nele encontre a paz tão almejada no interior do homem. O Natal é uma comemoração anual mas podemos viver esse dia diariamente 365 dias por ano, buscando a paz com os outros, demonstrando o amor mútuo e perdoando com a alma assim como Deus tem feito conosco. Espero que nesse dia ao vislumbrarmos a árvore de Natal toda decorada com lâmpadas cintilantes e rodeada de pacotes, não nos olvidemos da peça principal, daquela Figura Solitária que veio transformar o coração humano, Jesus Cristo, o nosso Salvador!</p>
<p align="right"><em>“A história de Belém inexaurível. Nela se acham ocultas as ‘profundezas das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus’.”</em></p>
<p align="right"><em> </em></p>
<p>Extraído e adaptado do Livro: Jesus o Orvalho da Manhã</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/143/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fanáticos ou Defensores da Verdade?</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/140</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/140#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esutes.com.br/blog/?p=140</guid>
		<description><![CDATA[


Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.gospelprime.com.br/dokimos/wp-content/uploads/2009/06/cruz-de-cristo-300x225.jpg"><img title="cruz de Cristo" src="http://blogs.gospelprime.com.br/dokimos/wp-content/uploads/2009/06/cruz-de-cristo-300x225.jpg" alt="Fanáticos ou defensores da verdade?" width="300" height="225" /></a></p>
<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<p>Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia. Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores cépticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.<br />
Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa. Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de fanáticos. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem- se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores. Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima- se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o cepticismo declarado.<br />
Uma violenta maré se abate sobre nós nessa crise, e poucos mostram-se zelosos em resistir. Não podemos prever qual será o resultado nas igrejas, nas comunidades e nos indivíduos, tampouco somos capazes de tentar conjeturá-lo sem manifestar sentimentos de tristeza. Contudo, uma vitória segura é o destino da causa da verdade. E, até que chegue à hora de seu triunfo, aqueles que atrelaram seus interesses à carruagem do evangelho perceberão que fazem parte de um grupo que está diminuindo, enquanto avançam até àquele dia; seu sentimento de solidão se aprofundará, enquanto seus velhos amigos declinarão à negligência, a indiferença se converterá em zombaria, e as lamúrias se transformarão em amarga inimizade. Eles levarão adiante a causa da verdade somente em meio aos escárnios dos incrédulos e às flechas dos perseguidores.<br />
Mas nenhum daqueles que amam a verdade . aqueles cujos olhos sempre descansaram na esperança do evangelho deve acovardado fugir das provações. Perecer lutando pela causa da verdade significa ser exaltado no reino da glória. Ser massacrado até a morte, pelos movimentos de perseguição, significa abrir a porta da prisão, para que o espírito redimido passe da escravidão ao trono. Em sua mais triste hora, aquele que sofre por causa da verdade não deve recusar a alegria que os lampejos da mensagem profética trazem ao seu coração, quando brilham através das nuvens de provação. O seu Rei triunfará em sua causa na terra e seus amigos compartilharão da glória dEle. Todas as nações sujeitar-se-ão ao seu domínio. As velhas fortalezas de incredulidade serão aniquiladas até ao pó. A iniqüidade esconderá sua face envergonhada. A verdade, revelada dos céus, receberá aceitação universal e será gloriosa no resplendor de seu bendito triunfo aos olhos de todos.</p>
<p>http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=52</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/140/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vamos andar na contramão!</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/vamos-andar-na-contramao</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/vamos-andar-na-contramao#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost/wordpress/?p=123</guid>
		<description><![CDATA[É notável e assustador o número de motoristas trafegando na contramão em São Paulo nos últimos meses. De fevereiro a junho há pelo menos meia dúzia de registros de motoristas que andaram 3, 5 e até 9 quilômetros na contramão em avenidas de tráfego intenso e até mesmo em rodovias estaduais. Alguns terminaram “sua aventura” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-124" title="magno_002" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/magno_002.jpg" alt="magno_002" width="380" height="253" />É notável e assustador o número de motoristas trafegando na contramão em São Paulo nos últimos meses. De fevereiro a junho há pelo menos meia dúzia de registros de motoristas que andaram 3, 5 e até 9 quilômetros na contramão em avenidas de tráfego intenso e até mesmo em rodovias estaduais. Alguns terminaram “sua aventura” no pára-choque de um caminhão e outros, interceptados como mísseis inimigos pela polícia, foram detidos e estão presos.</span></span><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Que tipo de “coragem” leva um ser humano cuja pele é tão frágil (que direi dos órgãos vitais?) a lançar-se no contra-fluxo onde circulam a toda a velocidade máquinas de aço com no mínimo uma tonelada de peso a velocidades não menores que 70 quilômetros por hora? Que tipo de pensamento ou desejo ou desafio mexe tanto com as forças mais intrínsecas e arremessa a criatura humana num salto horizontal para a possível e iminente morte? Que força tão irresistível move cada músculo, cada membro e cada partícula da vontade humana rumo ao desconhecido, ao perigoso encontro da polícia ou mesmo do fim prematuro da vida?</span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Esses motoristas, embora irracionais no comportamento, são meus heróis na ideologia. Um escritor, não muito ortodoxo, escreveu que “o cristão deve andar na contramão do sistema”. Ele ecoa o ensino de Jesus que disse o mesmo com outras palavras: “Quem quiser salvar a sua vida deverá perdê-la”.</span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Jesus não incentiva o cristianismo irracional do comportamento anti-social nem mesmo o suicídio precoce do João Batista acusador. Embora ele mesmo tenha acusado os falsos religiosos por sua hipocrisia, trafegou na contramão quando amou os pecadores e estendeu-lhes a mão; demonstrou uma vida piedosa, equilibrada e dinâmica numa sociedade agitada e ansiosa; foi disciplinado ao dedicar tempo devido a cada uma das inúmeras atividades que precisavam de sua atenção e presença.</span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Muitos de nós cristãos estamos de fato na faixa da esquerda, correndo no limite da velocidade. E estamos indo rápido demais, só que infelizmente temos seguido o fluxo comum. Queremos ganhar a vida sem perdê-la. Se possível for, queremos mostrar que estamos indo bem, pela faixa da esquerda, ultrapassando a todos, quando deveríamos estar na contramão..</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="font-size: 8pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-125" title="magno" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/magno1.jpg" alt="magno" width="82" height="87" />Magno Paganelli</span></strong></span><span style="font-size: 8pt;"> é escritor, publisher da Arte Editorial e conferencista.<br />
É autor de 19 livros em diversas áreas incluindo o livro &#8220;Então virá o Fim&#8221; (Prêmio ABEC).</span></span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/vamos-andar-na-contramao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A liderança e as marcas da integridade</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/a-lideranca-e-as-marcas-da-integridade</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/a-lideranca-e-as-marcas-da-integridade#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[existencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[imperialista]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost/wordpress/?p=117</guid>
		<description><![CDATA[Se você deseja conhecer a integridade de um líder, observe os detalhes. Conheça-o na informalidade do lar, no trato com amigos chegados, na conversa ao telefone. O conselho bíblico de sermos fiéis no pouco para sermos colocados sobre o muito pressupõe um grau de dificuldade e detalhamento. O pouco nos prova, como também nos expõe - é, portanto, no pouco, nos detalhes da vida, que podemos diagnosticar nossas carências e limitações, e ali aprender com o Mestre.  Platão, o célebre filósofo grego, foi claro: "Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa".  A informalidade nos expõe com maior freqüência, pois nos encontra em estado de espontaneidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #3366ff;"><img class="alignleft size-full wp-image-118" title="lidorio_01" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/lidorio_01.jpg" alt="lidorio_01" width="250" height="250" />Se você deseja conhecer a integridade de um líder, observe os detalhes. Conheça-o na informalidade do lar, no trato com amigos chegados, na conversa ao telefone. O conselho bíblico de sermos fiéis no pouco para sermos colocados sobre o muito pressupõe um grau de dificuldade e detalhamento. O pouco nos prova, como também nos expõe &#8211; é, portanto, no pouco, nos detalhes da vida, que podemos diagnosticar nossas carências e limitações, e ali aprender com o Mestre.  Platão, o célebre filósofo grego, foi claro: &#8220;Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa&#8221;.  A informalidade nos expõe com maior freqüência, pois nos encontra em estado de espontaneidade.</span></p>
<p>Um dos desafios mais difíceis que enfrentamos é a tradução de nossos valores espirituais e morais para atitudes espirituais e morais em nossa vida diária. Permitam-me listar aqui, dentre tantas atitudes que buscam a construção de um caráter íntegro, algumas que observo de extrema colaboração neste sentido.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Calar-se -</span> Vivemos em uma sociedade onde o simbolismo é elemento definidor das relações humanas. Assim, valorizamos a comunicação verbal, os discursos, as respostas bem colocadas, o jogo de palavras. Se por um lado isto colabora para desenvolver uma comunicação mais ativa, por outro tem nos levado a esquecer o valor do silêncio. A integridade de um líder é testada na adversidade e uma das atitudes mais comuns perante a adversidade relacional é o confronto.  Freqüentemente, falamos quando deveríamos nos calar, especialmente em contextos ministeriais onde as críticas nos bastidores ganham a nossa atenção &#8211; e somos levados a reagir de forma desproporcional, desnecessária ou mesmo inapropriada.</p>
<p>Certamente há momentos de falar, de fazer-se ouvir. Mas reconheço que os homens de Deus que tenho conhecido buscavam mais o silêncio do que o confronto verbal perante as adversidades, e faziam a obra do Senhor. Um dos grandes investimentos que podemos fazer em relação ao outro é justamente ouvi-lo. Lincoln dizia que, ao dialogar com alguém, gastava um terço do tempo pensando no que falar e dois terços pensando no que o outro falava.</p>
<p>A maior dificuldade para se ouvir é quando não é preciso ouvir. Penso aqui em uma figura de autoridade que, em sua função &#8211; seja um professor, um chefe, um líder de equipe ou um pastor -, não precisaria ouvir e poderia tão somente falar. Talvez esse seja um dos maiores e mais freqüentes riscos da liderança.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Não negociar a verdade -</span> O texto de Provérbios 12:19 diz que &#8220;o lábio verdadeiro permanece para sempre; mas a língua mentirosa, apenas por um momento&#8221;. Há certos valores que precisam estar sempre presentes em nossas vidas, relacionamentos e processos de liderança. Um deles é não negociar a verdade. Isto inclui, de forma especial, a manipulação da verdade. Quando a Palavra nos ensina que a posição do crente, o seu falar, deve ser &#8220;sim, sim&#8221;, &#8220;não, não&#8221;, o que se advoga não é uma atitude de extremos; o assunto aqui é a verdade: dizer &#8220;sim&#8221; quando for sim e &#8220;não&#8221; quando for não. No cenário do genuíno cristianismo, a verdade não pode ser negociada. Ela é um dos grandes blocos que constrói uma vida íntegra.</p>
<p>Abraham Lincoln foi um dos estadistas mais atacados em toda a história dos Estados Unidos da América. Foi chamado de desonesto, corrupto, incapaz, mentiroso e adúltero. O <span style="font-style: italic;">Illinois State Register </span>referia-se a ele como o &#8220;político mais desonesto da história americana&#8221;.  Todavia, quando aconselhado a negociar benefícios para os donos dos grandes jornais a fim de que sua imagem fosse poupada, Lincoln respondeu: &#8220;Quando deixar este escritório, gostaria de sair com um amigo fiel ao meu lado: minha consciência&#8221;.</p>
<p>Ao falar sobre a verdade de forma mais objetiva (o que é verdadeiro), podemos dar a entender, erroneamente, que esta é a única forma de verdade que importa. Mas há uma verdade subjetiva a qual também devemos valorizar &#8211; trata-se da verdade volitiva, ou seja, os motivos que nos levam a agir e reagir, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, inclusive a falar e calar. Tais verdades motivacionais precisam ser observadas de perto, pois elas representam o atual estado de nosso coração. Muitos líderes podem desenvolver realizações corretas por motivações erradas. A integridade que não negocia a verdade, seja objetiva ou subjetiva, alimenta um caráter mais parecido com Cristo.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Assumir a responsabilidade &#8211; </span>Quando nos posicionamos ao lado da verdade, normalmente somos chamados a assumir responsabilidades, seja pela irredutível defesa de algo que no senso comum poderia passar despercebido, seja por falhas e pecados em nossas vidas que precisam ser confrontados, perdoados e abandonados.</p>
<p>Segundo o escritor francês François la Rochefoucauld, quase todas as nossas falhas são mais perdoáveis do que os métodos que concebemos para escondê-las. Uma vida íntegra leva em consideração a possibilidade da falha, do pecado e da queda. Ou seja, precisamos assumir a responsabilidade perante nossas atitudes, a fim de mantermos a integridade espiritual e moral. E esta é uma das lições mais difíceis de serem aprendidas. O caminho aparentemente mais curto no caso de uma queda &#8211; a negação do pecado e sua responsabilidade sobre ele &#8211; não é de fato curto, pois não nos leva aonde Deus nos quer.</p>
<p>Há líderes que possuem grande dificuldade de pedir perdão de maneira verbal e clara, ou de voltar atrás em decisões tomadas mesmo quando francamente equivocadas. Esta postura provém de um coração soberbo. É o sentimento de soberba que os faz pensar sobre a sua suposta superioridade &#8211; talvez, nutrida pelo seu conhecimento, ou pela posição de liderança, ou ainda em face de sua função de destaque, de seus ganhos ou merecimentos. Muitos não percebem, porém, que este é o caminho de morte. Seu coração se lança em uma rota de colisão com o temor do Senhor e a sabedoria, o entendimento de que somos todos igualmente dependentes da graça de Cristo para viver.</p>
<p>Há também aqueles que, ao reconhecer um erro e assumir a responsabilidade, fazem-no sob protesto e acusações. São os que, perante seu próprio pecado, racionalizam que o outro também pecou, que não foi leal ou submisso. Grande erro. Estas razões não passam de sombras nas quais tentam esconder seus próprios corações da humildade necessária para o quebrantamento.</p>
<p>Leon Tolstoi dizia que &#8220;todos pensam em mudar a humanidade, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo&#8221;, atestando que é sempre mais fácil falar sobre os problemas universais do que sobre o pecado do coração.  Já Wertheimer escreveu que &#8220;somente depois de as termos praticado é que as faltas nos mostram quão facilmente as poderíamos ter evitado&#8221;.</p>
<p>Nenhum de nós está isento da possibilidade do erro. Uma das admiráveis atitudes de Davi foi justamente assumir integralmente a sua responsabilidade quando Natã, após falar sobre um homem que roubara a única ovelha do vizinho, afirmou: &#8220;Este homem és tu, ó rei.&#8221; Davi não deu desculpas. Não racionalizou seu erro, não tentou esquivar-se dizendo que muitos outros haviam feito coisa semelhante. Tampouco tentou explicar suas motivações. Ao contrário &#8211; caiu de joelhos e colocou-se nas mãos de Deus, rogando seu perdão. Davi assumiu a responsabilidade, quebrantou-se diante do Senhor e se tornou &#8220;o homem segundo o coração de Deus&#8221;.</p>
<p>Que Deus nos ajude a administrar o orgulho e a vergonha, bem como a eventual humilhação, a fim de assumirmos a responsabilidade pelo pecado e seguirmos em frente no perdão transformador do Senhor.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Aprender com os erros &#8211; </span>Precisamos compreender que integridade não é uma atitude medida pela ausência de erros, mas pela decisão em não repeti-los. Quando assumimos responsabilidades, fazemo-lo também em relação aos nossos erros. Precisamos compreender que integridade é um hábito que se ganha na rotina diária, quando procuramos agir de forma pura e justa. Mesmo quando isso não acontece, devemos aprender com nossos erros. Para que assim caminhemos será preciso, primeiramente, desmistificá-los. Dale Carnegie escreveu, na década de 1950, o livro <span style="font-style: italic;">Como evitar preocupações e começar a viver</span>. Nesta obra, Carnegie ensina que devemos deixar o medo de encarar os nossos erros; antes devemos analisá-los e compreendê-los. Ele usa William James para nos ensinar que a aceitação do que aconteceu é o primeiro passo para se vencer as conseqüências de qualquer infortúnio.</p>
<p>Devemos compreender o que foi muito bem colocado por Kevin Cashman, ao expor que a habilidade que temos em crescer como líderes é limitada pela habilidade de crescermos como pessoas. Jamais devemos distinguir nossa função de liderança (mesmo porque é passageira) de nossa identidade pessoal. Um grande engano em época de empreendedorismo é um auto-investimento no perfil de liderança. Não que isto não seja efetivo; porém, precisamos ter bem claro que é passageiro. Investir tempo, forças e energia para se qualificar como um bom líder pode lhe privar de investir o mesmo tempo, forças e energia para crescer como pessoa e como servo do Senhor. Como líder, posso dar-me ao luxo de seguir em frente mesmo tendo cometido erros; porém, como pessoa e cristão, meus erros, após praticá-los, se tornam minha melhor oportunidade de conserto e crescimento.</p>
<p>Para aprendermos com nossos erros é necessário levá-los a sério. Um temperamento explosivo não é apenas um temperamento forte, mas algo que machuca pessoas, entristece o Espírito Santo pela falta de domínio próprio e nos pretere de vivermos mais tranquilos com nossas próprias reações. A crítica não é apenas uma questão de objetividade, ou de ser direto, como muitas vezes justificamos. A crítica compulsiva é um agente do diabo para a destruição da vida alheia. Trata-se de um desencorajamento que pode marcar uma pessoa pelo resto de sua vida, além de um mecanismo que faz o coração do crítico adoecer com a amargura. Não conheço pessoas críticas felizes.</p>
<p>C.S.Lewis nos ensina que &#8220;quando um homem se torna melhor, compreende cada vez mais claramente o mal que ainda existe em si. Quando um homem se torna pior, percebe cada vez menos a sua própria maldade&#8221;. Para aprendermos com nossos erros é necessário levá-los a sério, conversar com o Pai sobre eles, pedir forças para mudarmos e amadurecermos, crescendo sempre um pouco mais.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Cuidar do seu coração -</span> O Senhor sonda nosso coração. Portanto, é nossa imagem interna, e não externa, que precisa de maior cuidado. Em dias de ufanismo e triunfalismo, somos levados a procurar sempre o que nos destaca, ou destaca o nosso trabalho &#8211; um grave engano, visto que o Senhor não sonda nossos relatórios, mas sim nossos corações. O doutor Augustus Nicodemus, profundo expositor da Palavra, afirma que Deus não nos chama para termos sucesso sempre, mas sim para sermos fiéis.</p>
<p>Compreender a marcante diferença entre caráter e reputação não pressupõe que faremos uma escolha legítima. É preciso estar disposto a priorizar a verdade. O mesmo Lincoln gostava de afirmar que &#8220;caráter é como uma árvore, e reputação, a sombra. A sombra é o que nós pensamos sobre isso. A árvore é a realidade&#8221;. Muitas vezes confundimos inteligência, conhecimento e sabedoria. Podemos aplicar as palavras &#8220;a inteligência é uma espada; o caráter, a empunhadeira&#8221;, de Bodenstedt, dizendo que é o caráter que delineará a sabedoria no agir. Outras vezes confundimos temperamento brando com bom caráter. Ao contrário, como disse Pierre Azaïz, &#8220;o caráter é a esperança do temperamento&#8221;.  Um temperamento brando, quieto ou mais vagaroso pode dar a impressão de domínio próprio, escondendo as paixões mais carnais.</p>
<p>Mas o Senhor nos sonda e nos conhece e julga-nos com exatidão, pesa a nossa alma e avalia todos os nossos sentimentos mais profundos.  Você é quem Deus diz que você é. Convictos desta verdade, é preciso crescer. Não priorize o crescimento da sua reputação, ministério ou carreira. São coisas importantes, porém transitórias. Priorize o crescimento do seu caráter e sua vida com o Pai. Enfim, escolha a melhor parte.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: xx-small;"><strong><span style="color: #cc0000;"><img class="alignleft size-full wp-image-120" title="pr_ronaldo_lidorio" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/pr_ronaldo_lidorio.jpg" alt="pr_ronaldo_lidorio" width="133" height="148" />Ronaldo Lidório</span></strong> é pastor presbiteriano e missionário ligado a AMEM e APMT.<br />
É doutor em antropologia e líder de uma equipe missionária na Amazônia. Casado com Rossana é pai de dois filhos.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/a-lideranca-e-as-marcas-da-integridade/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O mapa da felicidade</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/o-mapa-da-felicidade</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/o-mapa-da-felicidade#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost/wordpress/?p=110</guid>
		<description><![CDATA[A felicidade existe e ela está ao nosso alcance. Ela não é apenas um destino ainda se vai, mas uma maneira como se caminha. A felicidade não está num lugar específico, mas numa atitude definida. Jesus falou sobre a felicidade nas bem-aventuranças (Mt 5.1-12). A palavra grega Macarios, significa feliz, muito feliz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-115" title="hernandes_001" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/hernandes_0011.jpg" alt="hernandes_001" width="380" height="247" /><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">A felicidade existe e ela está ao nosso alcance. Ela não é apenas um destino ainda se vai, mas uma maneira como se caminha. A felicidade não está num lugar específico, mas numa atitude definida. Jesus falou sobre a felicidade nas bem-aventuranças (Mt 5.1-12). A palavra grega <em>Macarios, </em>significa feliz, muito feliz. Trata-se da felicidade plena, independente das circunstâncias. O problema do homem não é a busca da felicidade, mas contentar-se com uma felicidade limitada demais, terrena demais. Deus nos criou e nos salvou para a maior das felicidades. A felicidade verdadeira não está nas coisas, mas em Deus. É na presença de Deus que existe plenitude de alegria. O propósito principal da nossa vida é conhecer e fruir da intimidade com Deus. Aí reside a verdadeira felicidade!</span></span>Nas bem-aventuranças Jesus nos fala sobre um correto relacionamento com Deus, com nós mesmos e com o próximo. Somos felizes quando nossas relações estão harmonizadas. Destacaremos esses três níveis de relacionamento.</p>
<div><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Em primeiro lugar,<strong> <em>a felicidade consiste numa correta relação  com Deus</em></strong><em>. </em>As duas primeiras bem-aventuranças falam de uma correta maneira de nos aproximarmos de Deus. Feliz é o humilde de espírito e feliz é o que chora. Esses conceitos estão na contramão dos valores do mundo, que dá importância à arrogância e ao alto conceito de si mesmo. A palavra “humilde” na língua grega é <em>ptokós, </em>que significa pobre, carente, desprovido completamente dos bens mais necessários. Trata-se do mendigo que nada tem para exigir ou reivindicar. Feliz é o homem que se aproxima de Deus sabendo de sua total falência espiritual e desta maneira agarra-se à graça de Deus. A palavra usada para “choro” é a mais forte do vocabulário grego. Era usada para descrever o choro pela perda de um ente-querido. Trata-se de um choro profundo, doloroso e amargo. Feliz é aquele que chora pelos seus pecados e sente tristeza diante de Deus pelas mazelas do seu coração. Aqueles que se aproximam de Deus, conscientes de sua total necessidade e lamentando pelos seus pecados são muito felizes. São felizes porque recebem consolo e também a herança do reino dos céus.</span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Em segundo lugar, <em><strong>a felicidade consiste numa correta relação  com nós mesmos</strong>. </em>Jesus disse que os mansos e os puros de coração são bem-aventurados. Uma pessoa mansa tem controle de si mesma. A palavra grega <em>praus, </em>era usada para um animal domesticado. Ele tem força, mas usa essa força para o bem e não para o mal. Uma pessoa que não tem domínio próprio arruína a sua própria vida e a vida dos outros. Uma pessoa feliz, igualmente, cuida da fonte de sua própria alma; vela pela pureza do seu coração. A felicidade não está nas iguarias do mundo. Aí pode existir muita aventura, mas nenhuma felicidade verdadeira. O filho pródigo pensou que o mundo com seu brilho e glamour era o palco da verdadeira felicidade, mas as luzes do mundo são falsas e o prazer do pecado passageiro. Não são os truculentos que herdarão a terra, mas os mansos. Não são aqueles que se abastecem dos banquetes do mundo que fruirão a verdadeira felicidade, mas os puros de coração, pois somente estes verão a Deus.</span></span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Em terceiro lugar,<strong> <em>a felicidade consiste numa correta relação  com o próximo</em></strong><em>. </em>Jesus aborda as três últimas bem-aventuranças falando da nossa relação com o próximo. Felizes são os misericordiosos, os pacificadores e os perseguidos por causa da justiça. A felicidade não está em explorar o próximo, mas em servi-lo. A felicidade não está em destruir o próximo ou cavar abismos para separar as pessoas, mas em construir pontes de reconciliação entre elas. A felicidade não está em sofrer ou fazer alguém sofrer pela prática da injustiça, mas praticar a justiça e estar disposto a ser perseguido por essa causa. Os misericordiosos alcançarão misericórdia, os pacificadores serão chamados filhos de Deus e os perseguidos por causa da justiça receberão a herança do reino. Haveria razões mais eloqüentes para sermos felizes? É preciso, à luz do exposto, perguntar: Você é uma pessoa feliz?  Você pode colocar a sua fotografia na moldura das bem-aventuranças?</span></span></p>
<p><img class="alignleft" title="hernandes" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/hernandes.jpg" alt="hernandes" width="73" height="73" /><span style="font-family: Verdana;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="font-size: 8pt;">Rev. Hernandes Dias Lopes</span></strong></span><span style="font-size: 8pt;"><br />
é <em>Pastor da Primeira Igreja  Presbiteriana de Vitória<br />
Doutor em Ministério</em>; <em>Conferencista e Escritor</em>.</span></span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><br />
</span></span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/o-mapa-da-felicidade/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Usos, costumes e doutrinas</title>
		<link>http://www.esutes.com.br/blog/usos-costumes-e-doutrinas</link>
		<comments>http://www.esutes.com.br/blog/usos-costumes-e-doutrinas#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ESUTES</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[costumes]]></category>
		<category><![CDATA[doutrinas]]></category>
		<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[pecado]]></category>
		<category><![CDATA[Salvação]]></category>
		<category><![CDATA[Santidade]]></category>
		<category><![CDATA[Santo]]></category>
		<category><![CDATA[usos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost/wordpress/?p=105</guid>
		<description><![CDATA[Quando olhamos e comparamos as grandes religiões que surgiram ao longo da história da humanidade, observamos que elas têm muitas coisas em comum. A grande maioria das grandes religiões do planeta procuram dar aos que as seguem paz, conforto para a alma, equilíbrio entre matéria e espírito, encontro e relacionamento com um Ser superior. Algumas, mais recentemente, anunciam a prosperidade material como uma das virtudes desejáveis e como um sinal de autenticação na vida do fiel.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-104" title="magno_001" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/magno_001.jpg" alt="magno_001" width="380" height="200" /><span style="color: #3366ff;"><span style="font-size: 8pt;">Quando olhamos e comparamos as grandes religiões que surgiram ao longo da história da humanidade, observamos que elas têm muitas coisas em comum. A grande maioria das grandes religiões do planeta procuram dar aos que as seguem paz, conforto para a alma, equilíbrio entre matéria e espírito, encontro e relacionamento com um Ser superior. Algumas, mais recentemente, anunciam a prosperidade material como uma das virtudes desejáveis e como um sinal de autenticação na vida do fiel.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Filosofia de vida</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Como filosofia de vida, isto é, as religiões como regra de conduta moral e social são todas muito parecidas entre si. Que diferença tem o cristianismo do budismo como filosofia de vida? Pouca, ou quase nenhuma! Que diferença tem o kardecismo do catolicismo como filosofia de vida? Pouca também, ou quase nenhuma!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">E qual a diferença fundamental do cristianismo em relação às demais religiões? Ou, por que o cristianismo pode arrogar para si o título de religião autêntica do único Deus que habita os céus? Há algum elemento no cristianismo que o distinga tanto assim das demais religiões universais? Que elemento é esse?<br />
O cristianismo, tal como encontramos nos evangelhos, pode ser visto como uma boa filosofia de vida; você pode adotar o cristianismo como regra de vida, modo de conduta e base para seus relacionamentos sociais. E vai ser bom para você. Mas o que a Bíblia anuncia desde o Antigo Testamento até ao último livro do Novo Testamento é a preocupação de Deus com a salvação e a eternidade da alma do homem: onde você passará a eternidade após a sua morte física?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Eternidade</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Não vou descrever com minúcias o pensamento de cada uma das grandes religiões, pois não é este o objetivo deste estudo. Mas o que as religiões asseguram aos seus fiéis sobre a vida após a morte nunca pôde ser comprovado nem verificado na prática. Que provas há da reencarnação? Quais evidências de que após a morte vamos para outro planeta ou reencarnaremos em outras pessoas, animais ou insetos, como crêem os Hare Krishnas?<br />
Mas, e o cristianismo, que evidências ou que provas ele apresenta a seus seguidores? Uma evidência muito contundente: &#8220;Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos&#8221;. (Atos 17.31)<br />
O que a Bíblia está dizendo aos seus leitores e seguidores é que o próprio Deus quis que as pessoas tivessem certeza daquilo que aconteceria a elas após a sua morte, caso elas cressem em Cristo e no evangelho. E para que tivéssemos essa certeza, ele, Deus, ressuscitou a Cristo, como todos sabemos. É um fato; a história se divide em &#8220;antes de Cristo&#8221; e &#8220;depois de Cristo&#8221;. Os manuscritos são descobertos e sua veracidade é comprovada por peritos. Mas ainda há a nossa fé, que é bastante para que creiamos no que lemos na Bíblia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>As bases da nossa fé</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">São várias as passagens que apontam e descrevem a morte e ressurreição do Mestre. E todos os efeitos da obra de Cristo estão baseados nestes elementos: sua vida, morte e ressurreição.<br />
Tudo o que aconteceu nos anos e séculos posteriores a Cristo têm fundamento único e exclusivo no fato de Cristo ter vivido, morrido, ressuscitado e subido aos céus. O apóstolo Paulo disse sobre isso: &#8220;E ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo&#8221;. (1Corintios 3.11)<br />
Toda essa obra, chamada obra da redenção, é divina. Não há participação humana até esse ponto, senão, apenas após a ressurreição de Cristo. Tudo o que foi feito para que o homem pudesse ter comunhão com Deus, foi feito pelo próprio Deus. A Bíblia diz que, por causa do pecado, o homem foi afastado de sua comunhão com o Criador: &#8220;Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus&#8221;. (Romanos 3.23)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Se fomos afastados da glória, da comunhão e intimidade com o Senhor, é evidente que, em primeira mão, nós nada podemos fazer para que essa comunhão seja reatada. Se o homem pudesse fazer alguma coisa, teria feito antes, e há muito tempo estaríamos unidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Mas, como disse, tudo foi feito por Deus. Ele se interessou por nós primeiramente: &#8220;Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios&#8221; (Romanos 5.6), e &#8220;estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)&#8221; (Efésios 2.5). E ainda &#8220;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna&#8221;. (João 3.16)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Veja que tudo parte de Deus, tudo tem início nele em nossa direção. Só depois de ele ter efetuado sua obra é que o homem pode entrar em cena.<br />
A partir daí, da morte de Cristo, é que somos chamados a participar dessa obra para ter de volta o acesso àquela glória da qual havíamos sido &#8220;destituídos&#8221;. E a participação humana na obra de Deus, a aceitação ao chamado divino, é a porta de entrada para a salvação que a Bíblia anuncia deste o Antigo Testamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>O Plano da Salvação</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Os teólogos chamam a obra de Deus de Plano da Salvação. Assim, eles dividem essa obra em alguns pontos, a fim de facilitar a compreensão de cada detalhe tão importante nela apresentado. Assim, quando Deus nos dá o sei Filho, como está descrito em João 3.16, para que creiamos nele, ele nos dá sem cobrar nada. Ele envia Cristo ao mundo sem se importar se alguém o aceitará ou não.<br />
É evidente que em sua onisciência ele sabe que milhares crerão. Mas como ele é Deus, quer propor essa possibilidade ao homem, independente de o homem aceitar ou não. Deus nos ama, e isso atende às suas próprias exigências do seu amor; não importa se nós o amamos também. Ele nos ama, e por isso nos dá gratuitamente seu Filho Jesus. Isso é o que chamamos &#8220;graça&#8221;. Ele dá sem nada cobrar; é de graça. Em outras palavras, graça é o favor de Deus, é o favor que não merecemos, pois pecamos. Graça é favor imerecido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Lemos há pouco, em Efésios 2.5, que somos salvos pela graça. O favor de Deus é que gera a nossa salvação. Mas em seguida ao favor de Deus existe a participação humana, a nossa resposta positiva ou negativa ao que Deus fez. Podemos recusar o que Deus fez, rejeitando o chamado, o convite à salvação. Mas também podemos aceitar que a morte de Cristo tem como objetivo salvar minha alma de estar afastada eternamente de Deus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Assim, a nossa participação já não é chamada de graça. Graça é o que Deus faz. Nós participamos da salvação através da &#8220;fé&#8221;: &#8220;Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus&#8221;. (Efésios 2.8)<br />
O apóstolo afirma aqui que a salvação vem de Deus (pela graça sois salvos), e tem a participação humana (por meio da fé). Primeiramente Deus prepara o dom, o favor, depois nos apropriamos dele por intermédio da fé, ou seja, usamos a nossa fé para ter acesso ao que Deus quer nos dar.<br />
Observe ainda que novamente Paulo afirma que a salvação é um presente (um dom) de Deus para o homem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Quando um ensinamento bíblico é apresentado de forma exaustiva e convincente, chamamos esse ensino de doutrina. Doutrina bíblica é o conjunto de textos sagrados, não isolados em seu sentido, que formam o fundamento ou a base de um ensino geral sobre determinado assunto.<br />
<strong><br />
Renovação espiritual<br />
</strong><br />
A doutrina da salvação é apresentada na Bíblia de forma clara e eficiente. É verdade que não tenho aqui espaço para apresentar todo o Plano da Salvação. Seriam necessárias mais páginas, pois há muitos aspectos. Há o aspecto da substituição, da justificação, do arrependimento, da conversão, do crescimento espiritual, da santificação, glorificação. Enfim, há muitos ensinos agregados ao Plano da Salvação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Mas considere, ainda, uma questão: O que diz respeito à salvação? Ou, de que se ocupa a doutrina da Salvação? Basicamente de duas coisas: 1) de apresentar elementos e ferramentas que afastem o pecado humano que faz separação entre ele e Deus; e 2) propor uma nova vida de vitória entre Deus e o homem salvo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">&#8220;Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito&#8221;. (Romanos 8.1) Essa afirmação de Paulo expressa a espiritualidade do assunto em pauta. É uma obra espiritual, que visa o espírito e a alma do homem. É uma obra interior e completa, realizada no interior do homem, em seu coração e em sua mente. Em outra passagem Paulo diz para renovarmos nossos pensamentos, renovarmos aquilo que vai dentro de nossa mente: &#8220;E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento [vossa mente]&#8220;. (Romanos 12.2)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Assim, o &#8220;arrependimento&#8221; é o que o homem faz para conseguir de graça o perdão de Deus. A fé na obra de Cristo morto na cruz leva-nos a arrepender-nos de nossos pecados. O arrependimento traz o perdão de Deus e esse perdão derruba a barreira de separação entre nós e o Criador.<br />
De que devemos nos arrepender? De ter ignorado e rejeitado o cuidado de Deus para conosco. De ter nos afastado de Deus enquanto Ele queria aproximar-se de nós. De tê-lo rejeitado e, seguindo nossos próprios desejos, ter vivido uma vida de pecado aos olhos dele.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Depois disso, juntos, o homem e o seu Salvador, devem andar juntos para que nós cresçamos espiritualmente. Ou, nas palavras de Paulo, transformemo-nos pela renovação da nossa mente. Hebreus também diz assim: &#8220;Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos&#8221;. (Hebreus 6.9)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">O escritor estava falando que os cristãos deviam crescer espiritualmente, e não ficar apenas agindo e pensando como crianças na fé. Deviam deixar a doutrina de arrependimento, batismo e conversão, pois isso era coisa para novos-convertidos. Eles, pelo tempo que estavam na igreja, deviam ocupar-se de coisas mais maduras, mais fortes, mais elevadas. Coisas que acompanham a salvação.<br />
<strong><br />
As diferenças básicas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Por isso entendemos que, pelo que lemos até aqui, a salvação é uma obra que acontece no mundo invisível, e que nós sentimos em nossa vida porque andamos em espírito, e não mais segundo a carne. (Romanos 8.1)<br />
Mas o homem, falho que é, gosta sempre de acrescentar algo ao que Deus fez. Foi assim no jardim do Éden. Foi assim na saída do Egito. É assim até hoje. Você leitor acompanhou passagens importantes que descrevem o que a Bíblia apresenta ao homem para que ele creia e seja salvo. Notou, também, que se trata de uma obra riquíssima, valiosíssima, e ainda há detalhes tão belos que não caberiam aqui se fossem apresentados. Obra digna de um Deus Criador como é o Deus da Bíblia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Mas o que vemos em muitas igrejas é exatamente o que Jesus viu no tempo em que andou entre os homens: líderes impondo aos mais fracos o &#8220;seu próprio plano da salvação&#8221;. Isso mesmo, homens, líderes de grandes e pequenas igrejas, adotando seu próprio plano de salvação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Com isso, cometem absurdos em nome da Bíblia, de Cristo e do cristianismo. Ao invés de apresentarem o que a Bíblia expõe com clareza e simplicidade, complicam a entrada dos homens ao Reino de Deus. Há dois mil anos Jesus já disse aos fariseus hipócritas: &#8220;Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus, e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando&#8221;. (Mateus 23.13)<br />
Qualquer outra condição apresentada para a salvação é herética. Isso mesmo: herética. Tudo aquilo que o homem apresentar como condição para entrada no céu, que não seja a graça de Deus e a nossa fé e arrependimento, deve ser considerado um falso ensino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Há religiões que ensinam a necessidade das boas obras. Mas a Bíblia diz que boas obras não salvam: &#8220;Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie&#8221;. (Efésios 2.8 e 9)<br />
Paulo é claro quanto a isso: Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Senão alguém poderia dizer: eu mereço a salvação, pois fiz isso e aquilo. Mas não, o mérito é de Deus. É graça mais fé.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Outros segmentos do cristianismo ensinam, ainda, que é necessário pertencer a essa ou àquela igreja. Alguns apóstolos de Jesus também pensavam assim: &#8220;E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue&#8221;. (Marcos 9.38) Mas Jesus os censurou dizendo: &#8220;Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim&#8221;. (Marcos 9.39)<br />
Novamente cabe aqui o que disse há pouco: é por graça e fé, e não por pertencer a essa ou àquela denominação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">Há, ainda, um grupo que causa danos profundos. São os que usam &#8220;uniformes evangélicos&#8221;. Esses impõem a seus fiéis que devam adotar determinado tipo de traje a fim de alcançarem o Reino dos Céus! Para isso, fazem uso distorcido de uma famosa passagem da Bíblia. Sua idéia é padronizar os crentes, fazendo-os usarem todos o mesmo tipo de vestimentas como prova de unidade em Cristo, como evidência de uma só fé, um só pensamento, um só espírito.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="font-size: 8pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-108" title="magno" src="http://www.esutes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/magno.jpg" alt="magno" width="82" height="87" />Magno Paganelli</span></strong></span><span style="font-size: 8pt;"><span style="color: #ff0000;"> </span>é escritor, publisher da Arte Editorial e conferencista.<br />
É autor de 19 livros em diversas áreas incluindo o livro &#8220;Então virá o Fim&#8221; (Prêmio ABEC).</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.esutes.com.br/blog/usos-costumes-e-doutrinas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
